Notícias e as nossas observações: o que acontece com a moeda e por quê

Duas fitas numa: as anotações do nosso coletor sobre o que ele viu nos dados, e notícias da imprensa para cada moeda.

Observações

Não são notícias nem sinais. O coletor olha os fluxos das bolsas e anota o que saiu do comum: um pico de volume, um movimento brusco, uma taxa de funding extrema, um tranco dos contratos em aberto, uma divergência de taxas entre praças.

  • Cada anotação tem uma coluna «desde então» — o que aconteceu com o preço depois de termos notado. Ela transforma a fita de um fluxo de exclamações numa história testável.
  • Uma mesma observação não se repete em círculo: cada tipo tem uma pausa, senão uma moeda ativa entupiria a fita inteira.
  • Um limiar de giro descarta o miúdo, onde um pico de volume significa dois negócios.

Imprensa

Manchetes de fontes abertas no seu idioma, ligadas às moedas pela menção do ticker. Na página de uma moeda aparece só o que diz respeito a ela. Nós não reescrevemos textos alheios nem os apresentamos como nossos — são links para a fonte.

Para que juntar as duas coisas

Os dados mostram o que aconteceu; as notícias às vezes explicam por quê. Um salto brusco de volume em cinco minutos e uma manchete sobre uma listagem numa bolsa grande são um mesmo evento visto de dois lados.

Perguntas frequentes

As observações são sinais de negociação?

Não. São marcas de que um indicador saiu dos limites comuns. O que fazer com isso quem decide é o leitor; a coluna «desde então» ajuda a avaliar se valia a pena.

Em que idiomas estão as notícias?

Em todos os idiomas do site. Para cada idioma há fontes próprias, e não uma tradução automática de uma fita só.

Dá para receber as observações no Telegram?

Os impulsos sim, é uma assinatura à parte nos ajustes do bot. Os outros tipos de observação por enquanto vivem só no site.